quarta-feira, 22 de junho de 2011

Virtudes que não existem mais

“Acontecimentos diferentes do esperado, aborrecimentos gerados pela falta da calma. Aprisionados sem termos saída, ergueremos bandeira branca evitando a revolta armada ou arregaçaremos as mangas e lutaremos? Vozes são caladas, cadê a ordem e progresso, somos democratas ou a ditadura prevalece? Povo inibido por tamanha opressão, aumentam as revoltas que não geram solução.

Cresce cada dia mais o numero de preconceitos em torno de assuntos que só vem atrapalhando o desenvolvimento da sociedade não só a brasileira, mas em todos os países. Atitudes humanas, bastante desonestas, levando o país à falência de suas virtudes morais.
Bom neste final de semana, assisti um clássico francês, ganhador de Oscar, o filme, “O fabuloso destino de Amélie Poulain”. No começo pensei que era mais um filme para casais apaixonados, que gostam de “chorar o mesmo choro”, mas ao longo da historia, vi a mensagem transmitida, um fantástico espelho de nossa sociedade.
O mundo julga pela forma de vestir, pensar, expressar e até mesmo pelo grupo que somos inseridos, não levando em conta o valor e o sentimento precioso que existe em nós.
Escondemos nossas vidas, nossa realidade atrás de um balcão, evitando um contato maior, com aqueles que pelo olhar se vê os preconceitos, cujo desejo é, aniquilar nossos sonhos. Tentamos entender, de onde vem tanto rancor, mas é difícil.
Muitos preferem viver sem ver a luz do sol. Talvez se a nossa sociedade fosse menos preconceituosa, tudo seria diferente. Precisamos olhar o outro com um olhar igualitário, para somarmos nossas forças e lutarmos em prol da igualdade social.
Somos proibidos às vezes de falar, de articularmos, mas por quais motivos? Será que o Governo teme uma revolução? Acho que não. Querem é ter o controle total da sociedade. Mas pra que?
Essa resposta teremos ao longo da historia. Mas que historia?

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